Jovens estão totalmente imersos na cultura tecnológica. Já os professores se esforçam para acompanhar a tendência e ainda resistem ao que é inevitável. Quando os imigrantes resolvem ensinar nativos, começam os problemas. Não espanta a dificuldade de mobilizar a atenção dos alunos em sala de aula com a modalidade cuspe-e-giz. Por outro lado, investimentos em tecnologia são pesados para universidades privadas que lutam por atrair alunos, que priorizam tudo menos a sua formação. Temos um problema.

Este artigo publicado em partes por Mark Wagner em seu blog, resumo de sua dissertação, é leitura fundamental para aqueles que estão no olho do furacão da mudança de paradigmas educacionais sem bússola para definir aonde aportaremos. Versão em inglês.